Eu tenho fibromialgia!!!

EU TENHO FIBROMIALGIA!!!

Este blog é dedicado a tod@s que como eu sofrem de FM.
E para que as demais pessoas possam aprender e compreender o que se passa quando se tem FM.
Gostaria de dizer que nós (portadores da FM) temos uma alma viva... que dentro de nós ainda existe aquela pessoa que gosta de curtir a vida, que gosta de correr, dançar, ir a praia, trabalhar, namorar, viajar...
Mas existe um desanimo que nos domina logo quando acordamos.
E o medo de sentir dor nos limita.Com isso, nos sentimos impotentes para cuidar de nós mesmos. E então vem a depressão. E tudo vira uma bola de neve... dor - medo - impotência - depressão.
Mas quando estamos bem... realmente estamos bem... e sorrimos, cantamos, somos felizes.
Talvez por isso muitas pessoas não compreendam a Fibromialgia.

É isso... sei que não estou sozinha!!!
Ahhhh.... estou lá embaixo no rodapé !!!

domingo, 25 de setembro de 2011

Cantinho d@s amig@s e familiares dos fibr@s

Olá amig@s e familiares d@s fibr@s,

(Rinconcito para amigos y familiares de los fibros para que comenten como se sienten conviviendo con un fibro...)

(Corner of the friends and families of fibers, to say how you feel living with a fibro..

Esta página é para vocês....
Escrevam (em que lingua for: portugues, espanhol, ingles), desabafem, comentem como é conviver com um fibr@, apoiem.
Se não quiser identificar-se, pode postar como "Anônimo" e assine com um mesmo "apelido" sempre que vier para que você possa também receber comentários.
Beijos enormes no coração de vocês
Luisa

Cantinho d@s fibr@s

Olá fibr@s

(Rinconcito para los fibros, para que comenten como se sienten conviviendo con la FM)

(Corner of the fibers, to say how you feel living with FM)


Esta página é para vocês.... Façam dela seu cantinho...venham, escrevam, desabafem (em qualquer lingua: portugues, espanhol, ingles). O importante é colocar pra fora o que te incomoda.
Se não quiser identificar-se, pode postar como "Anônimo" e assine com um mesmo "apelido" sempre que vier para que você possa também receber comentários.
Beijos enormes e abraços de algodão da amiga Luisa

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Pode ser fibromialgia

Pode ser fibromialgia
(imagem da internet)


Sintomas semelhantes aos de outras doenças podem dificultar o diagnóstico desta enfermidade. Se há fibromialgia, há dor.
Porém, a recíproca nem sempre é verdadeira, já que a fibromialgia apresenta diversos outros sintomas, inclusive alguns muito semelhantes aos de outras doenças, como problemas de sono e fadiga.
Por isso, seu diagnóstico não é tarefa simples. “É importante ressaltar ainda que a fibromialgia pode coexistir com outras doenças”, explica Milton Helfenstein Jr., Assistente Doutor da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP.
Uma pesquisa encomendada pela Pfizer (Fibromialgia: Além da Dor), aponta esta dificuldade de diagnóstico: a maioria dos médicos concorda que os sintomas da fibromialgia podem ser difíceis de distinguir de os de outras doenças (68% dos especialistas e 66% dos clínicos gerais brasileiros. Sem contar no desconhecimento de 70% dos pacientes brasileiros, que nunca tinham ouvido falar da fibromialgia até receberem o diagnóstico – sendo que 98% deles concordam que se trata de uma enfermidade que não se conhece bem.
Como a fibromialgia está associada a uma média de oito a 12 sintomas diferentes, o diagnóstico deve ser bastante criterioso e atentar-se aos principais sinais da doença.

Principais sintomas da fibromialgia:
- Dores generalizadas e difusas pelo corpo.
- Aumento da sensibilidade à dor (um estímulo geralmente não doloroso pode doer)
- Fadiga
- Sono não reparador (mesmo após dormir uma noite inteira, o paciente acorda cansado)
- Transtornos do humor (ansiedade e depressão).

A fibromialgia pode ainda apresentar sintomas parecidos aos de outras enfermidades.
Por isso, o reumatologista Milton Helfenstein Jr. aponta algumas dessas semelhanças – e também as diferenças – que podem ajudar o médico a definir o diagnóstico.


Mais sobre fibromialgia:
 Apesar de ainda não conhecer a exata causa da doença, sabe-se que o aumento nos impulsos dolorosos transmitidos pelo sistema nervoso central tem um papel importante na fibromialgia. Não existem exames laboratoriais ou de imagem que comprovem a existência desta enfermidade. “Às vezes esses exames nos ajudam a descartar a possibilidade da fibromialgia, identificando outras doenças, como o hipotireoidismo”, explica Helfenstein.
Assim, o caminho para o diagnóstico correto da fibromialgia passa pelo exame clínico, que avalia principalmente os locais de dor do paciente. Como referência, os médicos utilizam os 18 pontos de dor estabelecidos pelo Colégio Americano de Reumatologia na década de 1990. Essa definição contribuiu para uma padronização no diagnóstico, que costuma ser bastante demorado: no Brasil, os pacientes levam em média 4,7 anos para serem diagnosticados, passando por uma média de 7,2 médicos.
Depois do diagnóstico, é preciso levar o tratamento a sério.
Ao contrário do que muitos pacientes pensam inicialmente, a atividade física deve fazer parte do programa terapêutico – manter-se ativo ajuda no controle da dor e exercícios como caminhada, hidroginástica, natação e alongamentos leves podem melhorar bastante a qualidade de vida do paciente com fibromialgia.
Como ainda não existe cura para a doença, alguns medicamentos ajudam no controle dos sintomas, como analgésicos e relaxantes musculares.

Fonte: Portal Fator Brasil : http://www.revistafator.com.br - 25/08/2011 - 09:56

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Reglas de Oro


Reglas de Oro - FM
(adaptado del texto de Vanesa Noelia en FaceBook)

1. Manejo adecuado de la incomprensión familiar, amical, laboral, médica.

Es lo primero que te afectará: el ”cómo?” ya lo sabes.
El ”cómo lo hago” es leer mucho sobre tu enfermedad.
Dominarla te hará entender mejor cuan desinformados están y por ello sus comentarios no deben tener la importancia que se les da. Una vez segura (o) del tema, dedícales una charla formal donde finalmente entiendan que no eres floja (o) ni se trata de ”poner de tu parte”.
Si no hay causa ni cura conocida, ni un medicamento eficaz, cae por su propio peso.
 Si insisten y ya hablaste, que no te afecte, sólo sonríe ampliamente y no discutas. Se aburrirán. Si lo entendieron desde el principio, tienes mucho a tu favor.

2. Conoce y respeta a tu nuevo cuerpo.

Si te manejas bien, puedes hacer todo, no tienes que privarte de nada.
Sólo requieres manejar bien tus tiempo, estar atenta(o) a los avisos dolorosos y corregirlos (fisiatría, laser, otros).
 Pero lucha con tu sentido de culpa y tu exigencia fibro de demostrar que puedes.
Resulta fatal, empeoras, allí cae el 100%.
Si caes en cama por fiebre alta, migraña demoledora, bronquitis, también puedes caer sin culpa por una crisis fibro que es mucho peor.
Una crisis te dice….estoy agotada (o),  apenas duermo y mal, alíviame el dolor.
Hazle caso, es tu único cuerpo, si él está bien, tú lo estarás. Es hora de atenderlo.
Las tareas? Otro deberá hacerlo, como en cualquier enfermedad.
Un(a) fibro tiene el temperamento de dar todo por los demás, ahora que se las arreglen.
Con dolor la única prioridad eres tú. Si tienes hijos pequeños no hagas de mártir. Cada día los atenderías menos. Que alguien se encargue en ese lapso doloroso, te recuperaras pronto, todo sin culpas.

3. Prepáralos para tus crisis.

Tendemos a esperar que comprendan solos. No lo harán, por desconocimiento o por comodidad. Diles claramente lo que deben hacer. Quizás, solamente entender cuánto dolor tienes, cerrar las cortinas, ofrecerte algo , decirte que esperan que te pase pronto, que se harán cargo. Los peores momentos de una crisis, pueden significar 2 horas, una mañana, un día, no es la gran cosa pedir apoyo verdad?

4. No permitamos que nuestro entorno nos prenda la luz del dolor.

”Sea quien sea”. No estamos para eso, bastante tenemos con que aparezca solo.
Tensiones familiares, laborales, son causas de crisis días después. Piensa antes de iniciar una discusión, piénsalo 2 veces y 3 y 4 cuando alguien quiera iniciar una.
Tienes que cambiar muchísimo, hazlo lento pero firme. Mejorarás increíblemente manteniendo tu equilibrio.

5. Disfruta la vida al máximo

Sé positiva, ponle humor a la vida, que la fibromialgia no ocupe ese espacio.

6. Sé un(a)  fibro actual, entrenada:

a)  Sé experta en reconocer la crisis. Pero en concreto,  estar atenta luego de un estrés sostenido, al menor incremento de dolor, aparición de ansiedad o hiperactividad y más aún en una situación de estrés o pensamientos negativos previos, fatiga, etc. Observa y detecta cómo te aparecen siempre, generalmente seguirán tu propio formato. También se presentan intempestivamente, normalmente luego de dolores cervicales o lumbares.

b) Debes descansar cuando hay una crisis. Respeta a tu cuerpo.

Pero jamás con una mentalidad negativa, recordando un mal momento, o
episodios que te hacen daño. Eres tú, tu dolor y cómo manejarlo.
Lo demás  estorba y demora el proceso. Si deseas llorar…llora, pero no amargamente, lamentándote  de tu suerte. 
Llora por que el dolor te obliga y en la seguridad todo el tiempo, que ganarás este reto continuo, cada vez.

c) Siempre lista.

- Ten siempre todo para una emergencia. 
-  Tina caliente, sumérgete relajada. Si no hay, ducha. Es tu primera acción. En ese
caso un banco para sentarte, dejando caer el agua en los puntos más dolorosos. Aleja todo pensamiento negativo, eres tú y la decisión de ganarle al dolor. Relájate, suelta los músculos.
- Cualquier espray de anestésico local.
- Almohadas, cojines para mantener las piernas en alto, todo el tiempo, cabeza sin almohada.
- Un cobertor, debes abrigarte.
-  1 bolsa de agua caliente.
 Medicamentos para tu dolor, jarra con agua y todo lo que necesites para no levantarte. Si vas a comer, que sea ligero.
-  Ambiente cómodo, fresco, sin ruidos molestos, cortinas cerradas.
- Un libro, o música, tv o nada, según costumbre o momento
-  Pide estar sola(o): eres tú y el manejo del dolor, no pienses, no te lamentes, lo agudizarás. Sólo concéntrate en ser tu mejor médico.”Siente” que ganarás al dolor, si vives con éste, eres una experta en manejarlo, si así lo decides.
- Ten una tarjeta con información precisa (alergias, medicamentos que estás tomando, presión arterial promedio, etc.


La fibromialgia es una enfermedad que sólo quien la sufre sabe lo que es tener un dolor aberrante.

Regras de Ouro


Regras de Ouro
(traduzido e adaptado do texto de Vanesa Noelia no FaceBook)

1. Conduta adequada da  incompreensão  familiar, dos amigos, do trabalho, dos médicos.

É a primeira coisa que vai te afetar: ”como?” (e isso você já sabe).
O ”como faço” é ler muito sobre sua doença.
Dominá-la te fará entender melhor quão desinformados estão e por isso seus comentários não devem afetá-la(o).  Una vez segura (o) do assunto, dedique uma conversa formal onde finalmente entendam que você não é “preguiçosa (o), não se trata de seu empenho.  
Se não existe uma causa, nem cura conhecida, nem um medicamento eficaz, caem pelo seu próprio peso.
 Se insistirem e você já falou, não se deixe afetar, apenas sorria amplamente e não discuta. Eles cansarão. Se já entenderam desde o início já é muito ao seu favor.

2. Conheça e respeite seu novo corpo.  

Se você se dominar bem, pode fazer tudo, não tem que privar-se de nada.
Apenas requer que conduza bem seus tempos, estar atenta (o) aos avisos dolorosos e corrigi-los (fisioterapia, laser e outros).
 Mas lute contra seu sentimento de culpa e sua exigência fibro de demonstrar que você pode.
O resultado será fatal, vai piorar e cair 100%.
Se você pode cair de cama com febre alta, enxaqueca demolidora, bronquite, também pode cair de cama sem culpa por uma crise de fibro que é muito pior.
Uma crise te diz: “estou cansado, durmo mal, alivia-me a dor”. Acredite, é seu único corpo. Se ele estiver bem você também estará.  É hora de escutá-lo.
As tarefas?? Outro deverá fazê-las, como em qualquer outra doença.  
Uma (um) fibro tem o temperamento de dar tudo de si pelos demais, agora que se virem.  
Com dor a única prioridade é você. Se tiver filhos pequenos, não seja mártir.  Cada dia você os cuidaria menos. Que alguém se encarregue nesse lapso doloroso, para que você se recupere, sem culpas.

3. Prepare-os para suas crises.

Tendemos a esperar que compreendam sozinhos. Não o farão por desconhecimento ou comodidade. Diga-lhes claramente o que devem fazer. Talvez somente entender o quanto de dor você tem, fechar as cortinas oferecer-lhe algo, dizer-lhe que esperam que sare logo, que cuidarão de tudo.  Os piores momentos de uma crise podem significar 2 horas, uma manhã, um dia... não é  muito pedir apoio nessa hora, não é??

4. Não permitamos que ao nosso  redor acendam a luz da dor.

”Seja quem seja”. Não estamos para isso.  Já é suficiente quando aparece sozinha.
Tensões familiares, laborais, são causas de crises dias depois. Pense antes de iniciar uma discussão. Pense 2, 3 ou 4 vezes quando alguém iniciar uma.
Você tem que mudar muito. Faça-o lenta, mas firmemente. Melhorará incrivelmente mantendo o equilíbrio emocional.

5. Desfrute a vida ao máximo

Seja positiva (o), coloque humor na  vida, para que a fibromialgia não ocupe esse espaço.

6. Seja uma (um)  fibro atual, treinada(o):

a)  Seja “expert”  em  reconhecer a crise. Mas concretamente, esteja atenta (o) logo após um estresse prolongado, ao menor  aumento da dor, aparição de ansiedade ou hiperatividade y e mais ainda em uma situação de estresse ou pensamentos negativos prévios, fadiga, etc.  Observe e detecte como aparecem, pois geralmente seguirão seu próprio formato. Também se apresentam intempestivamente, normalmente logo após dores cervicais ou lombares.

b) Deve descansar quando houver uma crise. Respeite seu corpo.

Mas nunca com uma mentalidade negativa, lembrando de um mau momento  ou episódios que lhe causam dano. É você, sua dor e como manipulá-la.
Todo o resto atrapalha e demora o processo.
Se quiser chorar, chore. Mas não lamentando sua sorte. Chore porque a dor te obriga e com a firmeza que você vencerá este ato contínuo, cada vez.

c) Siempre pronta (o).
- Tenha sempre tudo à mão, para uma emergência.  

- Banheira quente, deite relaxada.  Se não tiver, uma ducha quentinha. Essa é sua primeira ação. Neste último caso, sente-se em um banquinho e deixe a água cair nos pontos dolorosos. Afaste todo o pensamento negativo. É você e sua decisão de superar a dor. Relaxe e solte os músculos.
- Qualquer spray anestésico local.
- Travesseiros, almofadas para manter as pernas elevadas todo o tempo. Cabeça sem travesseiro.
- Se estiver frio, um cobertor, deve manter-se abrigada.
- 1 bolsa de água quente.
- Medicamentos para sua dor, jarra com água e tudo o que necessitar para não precisar levantar. Se for comer, que seja algo leve.
- Ambiente cômodo, fresco, sem ruídos desagradáveis, cortinas fechadas.
- Um livro, ou música, TV ou nada, de acordo com seus costumes.
- O momento pede que esteja só: É você e o controle da dor; não pense, não lamente, pois poderá aguçá-la. Apenas concentre-se em ser seu melhor médico. Sinta que ganhará da dor. Se conseguir viver com ela, será “expert” em manipulá-la, se assim decidir.
 - Tenha um cartão com as informações necessárias (alergias, medicamentos que esteja tomando, controle de pressão arterial, etc.)


A fibromialgia é uma doença que somente quem a sofre sabe o que é ter uma dor intensa.

domingo, 18 de setembro de 2011

LUTAR E VENCER!!

Amig@s...
Faz tempo que venho lendo e a acompanhando redes sociais e chats de pessoas portadoras de FM como eu...
Formamos comunidades, grupos  e nos ajudamos,  nos confortamos e nos compreendemos...
Então me dei conta de uma coisa,.... essa é a chave: LUTAR E VENCER!!
Somos guerreiras... e todo guerreiro luta pensando em vencer. E nossa luta é diária.
Somos muito especiais....isso mesmo!!!  Somos especiais porque suportamos dores invisíveis com muita coragem. Porque para sofrer é preciso ter coragem.
Sabemos mais da nossa doença que os médicos,  porque nos interessamos, pesquisamos, corremos atrás para descobrir alguma luz no fim do túnel.
As pessoas costumam dizer que Deus nunca da a cruz mais pesada do que a gente possa suportar... então nossa cruz está dentro dos nossos limites....
Temos fibro porque temos fibra... temos garra... e muita coragem.
As dores??? Ahhh... essas doem.... e como doem....
Mas eu comecei a me orgulhar de ser dolorida... porque sou forte!!!
Não podemos nos  deixar abater... temos que ir para guerra para vencer...
Nossas armas??  Coragem, dignidade, cabeça erguida, fé e sorriso!!
Eu não estou louca. Pode parecer uma guerra vencida, mas só vai me vencer se eu permitir.
As dores não vão me vencer... o cansaço não vai me abater...
E se alguém duvidar de mim... que se dane.. eu sei que é verdade e isso  me basta!
Quem acha que eu estou de “fricote”....que se dane também...perdeu a oportunidade de me conhecer melhor e ver o quanto sou verdadeira.
Quem pensa que estou me fazendo de coitadinha, pode continuar pensando, porque isso não é o que penso de mim mesma. .
Existem estudos, pesquisas e médicos (que eu chamo anjos) bem determinados a encontrar o motivo e a cura da fibro...
E é nas mãos desses (poucos) que eu depositarei minha fé...
Se olharmos para trás... tem coisa bem pior... temos que ser positivas...
A nossa doença não mata, não contagia, não deforma... ela só dói... dói...dói...
Então vamos nos permitir  olhar o mundo de frente e dizer “eu consigo suportar” e fazer dessa frase um lema diário em nossas vidas....
Hoje eu vou suportar... vou sorrir e engolir o choro... porque “Eu posso” !!!
E  quando o cansaço invadir meu corpo, vou pensar que existem muitas guerreiras como eu, tentando não desanimar...tentando viver... e por elas vou tentar também...
Sei que a dor não vai passar... mas eu posso tentar conviver com ela... da melhor maneira possível.... vou dar o melhor de mim...
E isso me torna especial.... eu  me orgulho de mim
E de todas as  minhas amigas que eu tenho a certeza tem muita garra e coragem
A gente só precisa sentir  que somos “guerreiras”
Difícil??? Muito!!! Mas a gente tem que  tentar todos os dias, até nos tornarmos vencedoras por  força da superação!!!
Avante!! Animo pra todas nós!!!

Beijos
Luisa

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Fibromialgia e Dor na articulação têmporo-mandibular (ATM)

A articulação têmporo-mandibular, responsável pelo movimento de fechar a boca, chamado de oclusão,é uma das articulações mais complexas do corpo humano. Além do movimento do tipo dobradiça, existem também movimentos para frente, para trás e para os lados. O interior da articulação também contém um menisco, que permite um maior deslizamento e um movimento mais suave.
O envolvimento da ATM não é totalmente inesperado na fibromialgia (FM), pois esta articulação é envolta por um dos grupos musculares mais poderosos do corpo. A dor relacionada com a ATM é mais comumente causada pelo envolvimento dessa musculatura do que da articulação em si.
Quase um terço de pacientes com FM têm problemas de ATM e 20% dos pacientes com dores na ATM são portadores de fibromialgia. As dores na ATM também são mais prevalentes nas mulheres, entre 25 e 50 anos de idade.
As dores da ATM são sentidas na região da face, cabeça, pescoço e até ombros; outros sintomas incluem dolorimento na palpação da musculatura mastigatória, barulhos e travamento da articulação.
A dor é causada principalmente de contração muscular contínua, resultante muitas vezes do ranger dos dentes (bruxismo) ou do apertamento dos dentes (briquismo). Problemas de dentição, como dentes soltos podem colaborar com o aparecimento da dor.Esses fenômenos acontecem principalmente à noite, podem alterar a qualidade do sono e piorar os sintomas de fibromialgia.
O tratamento das disfunções de ATM geralmente inclui medidas como antiinflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares. O uso de “placas” – dispositivos intra-orais para serem usados a noite, habitualmente reduzem a dor. Obviamente a avaliação de um odontólogo é imprescindível desde o início do quadro. Procedimentos cirúrgicos hoje são exceção. Fisioterapia, re-educação postural e massagens também auxiliam de maneira importante no alívio dos sintomas.
Eduardo S. Paiva
Reumatologista
Chefe do Ambulatório de Fibromialgia do HC-UFPR, Curitiba

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Para você isso é só uma imaginação!!!


 Olá pessoal,

Recebi por e-mail, este lindo texto de autoria da amiga de fibra Fernanda.
E também seu comentáario que diz o seguinte: "O texto foi escrito por mim, mas o sentimento  foi impresso em todos nós que sentimos essas dores".
Obrigada amiga... só quem tem, sabe o que é....


Viver com dor 
 Ninguém nunca planeja sua história pensando em vivê-la com dor. Na verdade, a dor é sempre uma intrusa na vida de qualquer pessoa. Ela aparece, irrita, apavora, faz com que se procure ajuda, é tratada e acaba, vai embora... Algumas vezes leva com ela todo o dinheiro que se tinha, mas vai embora.  
Porém existe um grupo nada pequeno de indivíduos que vivencia a dor de forma completamente diferente. Para eles, a dor aparece, irrita, apavora, faz com que se procure ajuda, é tratada, (algumas vezes) melhora, e fica, e aumenta e faz com que se procure socorro, e fica, fica, fica. Simplesmente fica! Fica durante os dias úteis, nos fins de semana, dias santos, período de férias, festas familiares... Fica durante os dias e durante as noites, por vezes até mesmo nos sonhos (para os felizes que conseguem dormir). Fica nos meses quentes e ainda ganha mais força nos meses frios. Fica! 
Então as pessoas que pertencem ao grupo dos comumente doloridos começam a se cansar. Cansar de sentir dores e, o que chega a ser pior, cansar de ter de provar para os outros (familiares, chefias, peritos, e, por mais incrível que pareça, médicos) que sentem dor. Cansados, os doloridos se isolam, trancam-se em suas casas em companhia apenas dessa intrusa mais irritante do que uma mosca em dia de verão. 
Desse ponto em diante, fecha-se o diagnóstico: os doloridos estão deprimidos e tudo o que sentem é psicossomático. Estão doentes porque querem, porque não têm força de vontade para reagir, porque são fracos, se acovardam frente às dificuldades da vida. Entregaram-se e preferem se esconder atrás da dor a ter que enfrentá-la. 
Simples assim! A vítima passa a vilã, a algoz vira esconderijo e os felizardos que têm o privilégio de não saber o que é dormir e acordar, rotineiramente, com dor assumem o papel de juiz. Pronto. Agora que tudo está resolvido, a história continua: O portador da dor crônica sofre diariamente, calado porque muitas vezes não tem forças nem para reclamar, enquanto que os demais sempre que sentem algum incômodo doloroso se irrita, se apavora, procura ajuda, se trata, fica novamente saudável.  
 Diz um ditado popular que “só conhece a quentura da panela a colher que a está mexendo”. A brilhante sabedoria popular se aplica ao tipo de sobrevivência dos que vivem com dor crônica. Só quem sofre na quentura dessa panela consegue entender o mal-humor, a aparente tristeza e impaciência de seus companheiros. Porém, não é preciso que você se torne um de nós para que seja capaz de se solidarizar conosco. Basta que, no dia em que sentir uma dor chata e insistente, você imagine como seria sua vida se ela decidisse viver constantemente ao seu lado, como uma intrusa e insuportável companheira.
 Não gostou de se imaginar nessa situação?
 Não tem problema, para você isso é só uma imaginação...

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dores crônicas afetam o sexo, segundo dados de pesquisa



Fonte e /imagem: http://primeiraedicao.com.br/ Jornal da Tarde  04/09/2011 16:36


Dores crônicas afetam o sexo, segundo dados de pesquisa


O problema atinge 30% da população mundial, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS)
 
Entre as mulheres com dores crônicas, 75% têm algum tipo de disfunção sexual. Essa é a conclusão de um levantamento feito pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O estudo mostra que, no caso dessas mulheres, a velha queixa de dor de cabeça não é apenas uma desculpa para evitar o companheiro, mas uma situação real em que a dor fala mais alto do que o desejo e a satisfação que fazem parte de uma vida sexual saudável.
A ginecologista Telma Zakka, do Centro Interdisciplinar de Dor do Hospital das Clínicas, já percebia que as dores crônicas transformavam a vida de suas pacientes, mas a partir do levantamento percebeu o impacto das dores na sexualidade. "O que mais me chamou atenção foi que elas diziam que evitavam ter relações, não por falta de vontade, mas porque sabiam que a dor aumentaria."
Para a pesquisa, foram aplicados testes em 64 mulheres, das quais 29 não sentiam dor alguma e 35 sofriam de enxaqueca, fibromialgia, dores nas costas e na região pélvica. Em todos os aspectos avaliados - desejo, estimulação, lubrificação, orgasmo, satisfação e dor - o grupo com dor crônica mostrou resultados piores do que o grupo saudável. Das 35 mulheres com dor, 26 foram diagnosticadas com algum tipo de disfunção sexual.
Especialista em dor pélvica crônica, Telma alerta para a importância de o profissional de saúde abordar o assunto da sexualidade com essas pacientes. "Em uma consulta dificilmente se menciona a sexualidade. O médico fica constrangido de perguntar e a paciente também evita o assunto."
Uma das mulheres envolvidas no levantamento, que preferiu não ser identificada, confirma que ninguém gosta de tocar no assunto da sexualidade. Durante quatro anos, ela sofreu de uma dor pélvica quase insuportável que nenhum médico conseguia diagnosticar ou tratar. "Quando não se consegue identificar o motivo da dor, dá pavor, medo, desespero", conta. "A autoestima fica lá embaixo. Antes de uma relação, sempre me perguntava se ia doer." Depois de um longo tratamento e livre das dores que a atormentavam, hoje ela avalia que deixou de se envolver em relacionamentos mais profundos por esse motivo (leia mais ao lado).
A enfermeira Karine Azevedo São Leão Ferreira, diretora da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor, observa que é comum que as disfunções sexuais que acompanham a dor crônica da mulher contribuam para o fim dos relacionamentos. "Essas mulheres não conseguem ter uma vida sexual ativa e seus companheiros, quando não entendem a situação, se separam e destroem a família", diz.
Segundo ela, a abordagem clínica da dor crônica deve ser multiprofissional. "A sociedade não pode negligenciar o assunto, colocar barreiras e não falar sobre a sexualidade, extremamente importante para a qualidade de vida."

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Diferencia entre Síndrome Miofascial y Fibromialgia


Diferencias
Fibromialgia
Miofascial
Dolor
Diseminado
Regional
Diagnostico
PS
PG
Etiología
Sensibilización central
Sensibilización periférica
Dolor PS/PG
Local
Referido
Distribución PS/PG
Amplia extensa
Musculo afecto
PS/PG
Musculo/tendón
Vientre muscular
Rigidez
Generalizada
Regional
Pronostico
Raramente cura
Habitualmente bueno

PS: punto sensible o tender point
PG: punto gatillo o trigger point

Síndrome miofascial:
se define por la presencia de puntos gatillo, mientras que la cefalea tensional y las alteraciones de la articulación temporomandibular están asociadas a éstos y a un incremento del tono muscular.El punto gatillo o "trigger point" es un foco de irritabilidad en el músculo cuando éste es deformado por presión, estiramiento o contractura, lo cuál produce tanto un punto de dolor local como un patrón de dolor referido.

Fibromialgia:
Es una forma de dolor musculoes-quelético generalizado, crónica y benigna de origen no articular. Presenta una exagerada sensibilidad en múltiples puntos sin alteraciones orgánicas demostrables. Además se acompaña de fatiga, rigidez matutina y trastornos del sueño. Esta entidad clásicamente se ha definido como de origen musculoesquelético, pero en la actualidad cada vez existen más estudios que sugieren que su etiología es un trastorno del procesamiento sensorial. Tiene una prevalencia del 1-5% en la población general y es mucho más frecuente en mujeres que en hombres (8-10:1), sobre todo en el rango de edad de los 30 a 60 años. Los pacientes presentan rigidez matutina y dolores articulares generalizados, aunque esta enfermedad no es articular. También aparece cefalea crónica, fatiga, trastornos del sueño, parestesias, ansiedad y colon irritable. Otras características son, una historia que recoge amplios dolores generalizados y un pasado o actual estrés emocional, así como la presencia de los puntos sensibles o "tender points".

Fuente de Información: Internet (páginas en español)


Síntomas Fibromialgia