Eu tenho fibromialgia!!!

EU TENHO FIBROMIALGIA!!!

Este blog é dedicado a tod@s que como eu sofrem de FM.
E para que as demais pessoas possam aprender e compreender o que se passa quando se tem FM.
Gostaria de dizer que nós (portadores da FM) temos uma alma viva... que dentro de nós ainda existe aquela pessoa que gosta de curtir a vida, que gosta de correr, dançar, ir a praia, trabalhar, namorar, viajar...
Mas existe um desanimo que nos domina logo quando acordamos.
E o medo de sentir dor nos limita.Com isso, nos sentimos impotentes para cuidar de nós mesmos. E então vem a depressão. E tudo vira uma bola de neve... dor - medo - impotência - depressão.
Mas quando estamos bem... realmente estamos bem... e sorrimos, cantamos, somos felizes.
Talvez por isso muitas pessoas não compreendam a Fibromialgia.

É isso... sei que não estou sozinha!!!
Ahhhh.... estou lá embaixo no rodapé !!!

sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz Ano Novo!! Feliz 2012!!


Um 2012 cheio de boas vibrações, boas energias, muita paz e principalmente para nós Fm, muita saúde e esperença de dias sem dor!

Beijão a tod@s !!

Luisa

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Fibromialgia: Estigma social e profissional



O estigma social e profissional  da fibromialgia

A Organização Mundial da Saúde descreve a Fibromialgia como uma doença reumática crônica que se caracteriza por causar dor forte em uma ou várias zonas do corpo, como pescoço, ombros, coluna vertebral, braços, quadris, joelhos e tornozelos; também ocasiona cansaço extremo, a tal ponto que a pessoa  afetada não tolera sequer realizar esforços mínimos.
A fibromialgia afeta cerca de 2 a 3% da população geral, ainda que com maior incidência no sexo feminino. Pode iniciar em qualquer idade, mas é mais predominante em idades entre os 30 e 50 anos.
A fibromialgia tende a produzir confusão, já que quase todos seus sintomas são comuns a outras doenças. Não é uma doença inflamatória nem degenerativa, entretanto, impede ter uma qualidade de vida adequada e também costuma estar associada com outros transtornos como astenia crônica, depressão, enxaqueca crônica, síndrome do intestino irritável, etc., que completam o quadro de sintomas, piorando ainda mais a qualidade de vida do paciente.
Devido ao fato de não ser doença palpável, com uma lesão claramente definida ou visível, de nenhum músculo ficar atrofiado, nem desencadear uma paralisia, costuma-se pensar que a fibromialgia não é grave porque não é degenerativa e nem provoca morte. Entretanto, as pessoas com uma fibromialgia severa, têm uma limitação  de movimento muito grande e bem pouca atividade, o que as impede de funcionar como uma pessoa normal.
Todas estas primícias tendem a projetar a idéia de que não é algo realmente sério ou com um prognóstico nefasto. Então existe quem pense que os fibromiálgicos não devem queixar-se  tanto, porque o que têm não é tão grave, segundo eles.
As pessoas sadias ou aquelas com doenças catastróficas (COMO Lupus, esclerose múltipla, lesões na coluna, etc.), inclusive, muitos membros da comunidade médica, tendem a pensar que os que padecemos de fibromialgia não têm direito a sentir-se tão mal como  expressam. E isso é absolutamente absurdo!
Assim como existem muitas pessoas com fibromialgia que respondem bem à medicação ou têm uma fibromialgia de leve a moderada, seguem sendo pessoas funcionais, tanto profissionalmente como socialmente, também existem muitas outras pessoas que têm problemas com os medicamentos, seja porque não funcionam para elas ou porque desenvolveram intolerância; e se a fibromialgia que essas pessoas têm é de moderada a severa, eventualmente podem deixar de funcionar apropriadamente a nível profissional e social, porque os sintomas físicos tornam-se insuportáveis e os sintomas cognitivos entorpecem a função laboral. Tudo isso trás consigo dias de ausência ao trabalho e faz com que os pacientes tornem-se alvos de duras críticas uma vez que a incompreensão é generalizada quando os chefes e colaboradores não entendem a doença e não podem percebê-la como algo tangível.
                No aspecto social, perdem-se amizades porque não entendem as limitações que temos e porque os próprios fibromiálgicos, muitas vezes,  tornam-se ostras e isolam-se porque só desejam estar tranqüilos e relaxados; e ao estar em reuniões com outras pessoas cabe cumprir com certas etiquetas sociais que demandam certo grau de atividade que possa resultar incomoda e drenam a pouca energia que têm. No fundo, a fibromialgia serve como um filtro para saber quem são os verdadeiros amigos, os que compreendem, apóiam e ficam ao seu lado não importa o que estejam sentindo, e com sorte, até te permitem as queixas.
                A dor e o mal estar que cada pessoa sente é único e para cada qual seu próprio mal estar é o mais importante; e a intensidade com que se experimenta só pode ser expressa por quem o sofre, mas, contudo, lamentavelmente não pode ser demonstrada. As pessoas costumam ter conhecimentos sobre outras doenças graves mais ou menos conhecidas e pelo menos entendem seu alcance, mas, não compreendem o que é a fibromialgia nem porque afeta tanto a quem a padece.
                Então os portadores de Fibromialgia têm que lidar com o estigma do desconhecimento e a desinformação a respeito, em que participam tantas pessoas comuns, como tristemente profissionais da saúde.
                Muitos desses profissionais proporcionam pouca ajuda aos pacientes e ao invés de dar apoio e orientação sobre a doença, fazem com que os pacientes sintam-se piores ao tratá-los como exagerado ou inclusive algumas vezes como hipocondríaco.
                Conclusão: Independente de tudo o que demanda a fibromialgia a nível físico e cognitivo, os doentes também devem ter força para fazer frente aos inconvenientes que ocasionam as pessoas que formam parte de seu convívio.
                Os que sofrem de Fibromialgia, são realmente muito fortes e têm muita resistência, contam com uma enorme fonte de ilimitados recursos para sair adiante e com o tempo, adquirem a destreza necessária para ter empatia com as outras pessoas que também sofrem.
                Assim que só resta entender o padecimento, buscar os meios para combatê-lo , ignorar a quem não proporciona nada de positivo e ter a plena segurança de que devem desfrutar da suas valiosas vidas da melhor maneira possível.

Fonte de Pesquisa: Internet

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Natal e 1 Ano de Blog...

Hoje é um dia mais que especial !! 1 ANO de BLOG e amanhã é NATAL!!

Faz exatamente 1 ano que criei este blog e minha primeira postagem foi no dia 24/12/2010.
Sinceramente, eu não acreditava que alguém se interessaria neste blog, uma vez que existem tantos outros tão bons e tão profissionais.
E eu nem sou blogueira... considero ainda que não sou....
Nem sabia o que eram Tags, Posts, Coments, etc...etc...etc...
Fui pouco a pouco navegando, colocando coisas, tirando coisas... aprendendo, consultando e principalmente "garimpando" matérias para colocar aqui.
Postei matérias, postei sobre mim, sobre meus dias de sol, dias de chuva, enfim, procurei escrever com o coração.
E para minha alegria e satisfação, as pessoas estão interagindo, postando, comentando, dando idéias, pedindo mais informação. Já passei dos 7 mil visitantes. São pessoas do mundo inteiro (a internet é mesmo incrível !!!).

Por isso, hoje no dia do aniversário do blog, venho agradecer esses mais de 7 mil presentes que recebi, que são as visitas das pessoas do meu Brasil, da Espanha, USA, Portugal, Alemanha, Chile, Peru, Japão, Holanda, Canadá, Argentina, Noruega, Reino Unido, Russia, Porto Rico, Malasia, Guiana Francesa e Ucrania.
Perdoe se nesta lista falta algum país, mas nas estatísticas do blog  são esses os países que constam como público visitante.
Estou muito feliz mesmo!
E como eu sempre digo, não considero este blog como meu . É de todos nós.
É de quem se sentir com vontade de desabafar, de escrever, de manifestar seus sentimentos em relação a essa coisinha que temos em comum chamda FIBROMIALGIA.
Aproveitando a ocasião, desejo à todos um  FELIZ NATAL!!!!!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Estresse devido à pressão no trabalho intensifica tensão muscular sobre os ombros, o pescoço e a região lombar

 

Fatores neurológicos intensificam a interpretação de estímulos dolorosos

Estresse e depressão aumentam a sensação de dor muscular


Situações de sofrimento mental, principalmente estresse e depressão, podem fazer com que dores musculares sejam percebidas com intensidade maior do que elas realmente têm. Trata-se da fibromialgia, uma síndrome associada à sensibilidade do indivíduo diante de um estímulo doloroso.

— Essa sensibilidade é determinada por fatores genéticos, estilo de vida e estado emocional de cada um — explica o neurologista Matheus Roriz, analista de saúde do Ministério Público Federal.

O médico explica que os fatores neurológicos mais comumente identificados no consultório são depressão e estresse. No caso da depressão, o paciente tende a tornar a dor mais importante do que ela é.

— Uma dor crônica projetada no corpo muitas vezes parece menos nociva — comenta Roriz.

Já as situações de estresse, devido à pressão no trabalho, por exemplo, geralmente intensificam a tensão muscular sobre os ombros, o pescoço e a região lombar.

— Normalmente, aquela dor que sempre incomoda se torna mais intensa quando o paciente se expõe a uma situação de sofrimento mental. O corpo descarrega no ponto mais fraco — explica.

Dores crônicas também podem ter origem emocional
Embora tenha um fator genético forte, fatores ambientais são determinantes para o desenvolvimento de dor muscular crônica. Praticar atividades físicas, como alongamento e exercícios aeróbicos, de maneira controlada e com acompanhamento, ajudam na prevenção. Do ponto de vista neurológico, o tratamento precisa ser feito com medicamentos. Terapias psíquicas complementam, especialmente no controle da ansiedade e da irritabilidade, ajudando o paciente a conviver melhor com a dor.

— Psicoterapias são mais importantes no tratamento de dores psicogênicas, quando excluímos causas orgânicas para a sensação dolorosa. Nesses casos, a terapia é o tratamento número um — frisa o neurologista.

Diferentemente da fibromialgia, que intensifica a sensação de uma dor física já existente, a dor psicogênica pode ter origem exclusivamente em fatores emocionais. Segundo Roriz, essa patologia é menos consensual, mas é aceita pela classe médica. Também chamada de psicossomática, pois o indivíduo somatiza — "cria" — dores nos pontos mais diversos para aliviar um sofrimento mental pelo qual esteja passando, essa dor pode ter origem em um sentimento de vazio na vida, como a perda de um filho ou uma separação.

— A dor serve para preencher esse vazio — explica o médico.

De acordo com Roriz, as mulheres sofrem mais com a fibromialgia do que os homens. A síndrome atinge 5% das mulheres e 1,5% dos homens.


Fonte: ZERO HORA ( http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/noticia/2011/10/estresse-e-depressao-aumentam-a-sensacao-de-dor-muscular-3541879.html )

sábado, 17 de dezembro de 2011

Descendo a ladeira com a fibromialgia

Foto: Corbis / Divulgação
Olá, pessoal

Aqui vai mais uma postagem sobre a Fibromialgia na minha vida....

Os que acompanham o blog, sabem que fui diagnosticada para fibromialgia a mais ou menos 2 anos e meio, logo após ter passado por uma cirurgia na  coluna cervical em dois níveis (2 hernias).

Durante esse tempo, foram dias de muita dor e sofrimento. Além da dor, foram dias de solidão, imcompreensão, depressão, culpa, raiva, enfim, uma mistura de muitos sentimentos nocivos à saúde, mas que, infelizmente, para nós, são inerentes à nossa vontade. Eles simplesmente chegam, ficam e derrubam nossas forças, nosso otimismo, destroem nossa vida.

Após muita medicação, muita fisioterapia, psicologia,  reagi à tudo e resolvi arrancar forças nem sei de onde e lutei por mim, pela minha qualidade de vida.
Minhas palavras de ordem passaram a se "eu quero", "eu posso" e "eu consigo".
Tudo então começou a melhorar. Os médicos começaram a reduzir a medicação pouco a pouco. E as dores começaram a melhorar. Faltava apenas me libertar da medicação para a depressão.

Então recebi a notícia que teria que retornar ao trabalho. E retornei. Então tudo começou a descer a ladeira novamente.
Logo na primeira semana de trabalho, sucumbi às dores e tive que entrar de licença por 10 dias.
Para poder ir trabalhar, tive que parar com alguns medicamentos que eram fundamentais na minha recuperação, que eram os remédios para dormir e para a depressão, porque esses me causavam um pouco de "embriaguez" e sonolência.
Como tenho que dirigir, não seria indicado, pois meu estado de alerta estava afetado pelas reações que os remédicos causam.
Com isso a depressão piorou e minha sensibilidade às tensões do dia-a-dia se agravaram.
Com a depressão em "alta", meu estado de ânimo piorou e o negativismo tomou conta novamente de mim.
E as dores recomeçaram. E a rigidez no pescoço também.
Não é nada fácil conviver com o estresse e a tensão do trabalho e com a falta de compreensão dos colegas de trabalho, sem ajuda dos remédios. Mas se tomo os remédios, nem consigo levantar da cama cedinho, porque me deixam "bêbada" e zonza pela manhã.

No momento estou muito deprimida, com dores e desanimada.
Poxa... eu estava melhorando consideravelmente. Estava diminuindo a quantidade de remédios diários. Estva praticamente com as dores controladas e faltava somente controlar a depressão.
Estava começando a sentir que minha vida anterior à fibromialgia estava voltado.
Eu já estava sorrindo novamente. Estava voltando a sentir a alegria dentro de mim.

Mas tudo despencou novamente. Voltei ao princípio... ladeira abaixo.
E não sei de onde tirar ânimo e voltade de ir para o trabalho.

No momento, estou me apegando a uma frase que li na internet, proferida pelo ator Reinaldo Gianecchini:

"Existem coisas reservadas pra gente, que fogem ao nosso entendimento, mas que lá na frente farão todo sentido"

Quero ter a paciência suficiente para esperar para entender qual o sentido da fibromialgia na minha vida.....

Luisa

domingo, 11 de dezembro de 2011

Erros que devemos evitar ao lidar com a Fibromialgia

Erros que devemos evitar ao lidar com a Fibromialgia
A fibromialgia ainda continua confundindo alguns profissionais médicos, quando existem tantos pacientes que se queixam de dor sem causa aparente, sem nem nada que a cure.
A falta de respostas é frustrante para as pessoas que sofrem de dor crônica, e lidar com os sintomas da fibromialgia pode ser pior se cometemos certos erros.  Sobre isso, coloco uma lista dos erros que devemos evitar e como contra atacar, para um controle  adequado da fibromialgia:
Não fazer o seguimento da dor: o problema da fibromialgia é que nós, pacientes, sempre temos dor, o que torna  difícil julgar quando as coisas melhoram ou pioram.  É importante ter um diário para fazer o seguimento da dor que sentimos, porque desta forma podemos entender quando a dor melhora ou piora, e identificar as coisas do nosso estilo de vida ou dieta, que nos prejudicam e devemos evitar, ou as coisas que nos beneficiam e talvez fazê-las com mais freqüência.
Esperar demais dos medicamentos: devemos ser realistas em relação aos medicamentos. Dos remédios aprovados para o tratamento da fibromialgia, alguns são mais eficazes para certos pacientes que para outros. Alguns podem não funcionar para você, ou ser parcialmente efetivos.  Também temos que levar em consideração que esses medicamentos têm efeitos secundários e ainda podem ser caros. Se o médico os prescreve, devemos estar dispostas(os) a experimentar diferentes fármacos e considerar outras alternativas como medicamentos aprovados para uma condição mas que com freqüência são prescritos para outra condição. Por exemplo: os pacientes com fibromialgia freqüentemente são tratados com antidepressivos (não porque sua condição derive de um problema psicológico), e algumas pessoas obtêm um alivio drástico com os antidepressivos, tanto os de nova como os de anteriores gerações; entretanto, nem todos os antidepressivos estão recomendados especificamente para esta condição e devem ser indicados por um médico.
Não explorar alternativas: nem todos os tratamentos alternativos na medicina convencional funcionam para a fibromialgia, mas pode-se conseguir algo de alivio do estresse, mediante alguns tratamentos alternativos como a yoga (principalmente a base de exercícios de alongamento), a meditação, técnicas de biofeedback ou o tai chi (arte marcial chinês). Alguns tratamentos incluem medicamentos, mas a fibromialgia no se trata somente com medicamentos, requer uma mudança no estilo de vida e na incorporação de novas rotinas, terapia física, apoio psicológico e exercícios.  
Ficar com o médico errado: Inacreditavelmente, ainda existem médicos por aí que pensam que os pacientes com fibromialgia estão inventando seus sintomas. Provavelmente porque pouco sabem sobre a doença. Cabe ressaltar que este tipo de médico não vai explorar todas as opções disponíveis para seu tratamento, portanto, não tenha medo em mudar de médico.  Se o seu médico não está devidamente informado sobre a fibromialgia, é preferível que você consulte um reumatologista, que é o especialista que atende a fibromialgia.
Negar que se está doente: muitos pacientes diagnosticados de fibromialgia visitarão um médico após outro, tratando de encontrar una opinião diferente.  É correto obter uma segunda opinião, mas negar aceitar o diagnóstico após uma segunda, terceira, ou quarta opinião significa que estamos perdendo um tempo precioso, que poderia ser dedicado ao aprendizado sobre o controle da doença. Leia tudo o que puder sobre a fibromialgia - a educação (no sentido de informação) é a chave.  
Não buscar apoio e interiorizar tudo: solicite apoio de seu cônjuge, dos pais, irmãos e filhos, mas com cautela, dependendo da classe de interação que se tenha com a família e quão compreensiva seja. Muitas vezes nos incomodamos porque nosso cônjuge ou nossa família não entende pelo que estamos passando. Trate de conseguir para eles informação sobre a fibromialgia ou recomende sites na internet que expliquem a doença, para que tenham uma idéia do que se sofre, já que o apoio deles é importante. Todos necessitamos poder falar sobre nossa doença e que alguém nos escute, assim que,  poderíamos considerar unir-nos a um grupo de apoio ou falar sobre fibromialgia em alguma organização, já que  ao falar, não somente nos beneficiamos a nós mesmos, como também a outras pessoas que sofrem a mesma condição (e isso podemos fazer até pelas paginas da internet).
Sentir culpa: não se castigue por sentir-se deprimida(o), chateada(o), frustrada (o), ou assustada(o).  É absolutamente razoável sentir-se assim. Qualquer pessoa normal que tivesse dor o tempo todo também se sentiria dessa maneira. E sentir culpa ademais de estar deprimida(a), simplesmente vai agravar o quadro álgico, ou seja, sua dor vai piorar.
Deixar que a fibromialgia te afete: Da mesma forma que em qualquer outra doença crônica, haverá dias em que vai se sentir mal, talvez muito mal. Encontrar atividades que sejam prazerosas, trará equilíbrio e alegria a sua vida. Aprender a fazer novas coisas, tira a dor da sua mente; o que é melhor que ficar sentada(o) em casa abatida(o).  Para algumas pessoas, ir  a igreja, passar mais tempo com seus netos, ou adquirir um novo hobby, pode ajudar.
Levar a vida muito a sério: O humor é importante e também o é, fazer coisas que te façam sorrir. Isto poderia ser tão simples como ver um filme de comédia. E se a dor te impede de ficar sentada(o) pelo tempo que durar o filme, assista até onde te fizer rir, depois de uma pausa no vídeo para dar uma volta.
Não mover-se, porque me dói em demasia: A yoga, a natação e caminhar, têm demonstrado ser de beneficio na manipulação da dor crônica, e isso é muito importante para a fibromialgia. É difícil que a gente compreenda isso porque na primeira vez que tentamos, dói ainda mais. Mas, algumas pessoas, inclusive, deixam de tomar os medicamentos e tratam de controlar  a dor somente com exercícios e conseguem viver muito bem.

texto traduzido de http://fibromialgico.blogspot.com/search/label/errores